Surto de Covid-19 em escolas de Itanhaém, SP, motiva suspensão de aulas | Educação

Um surto de Covid-19 motivou a suspensão de aulas em duas unidades de ensino de Itanhaém, no litoral de São Paulo, por sete dias. Também foram interrompidas as atividades em três salas de uma unidade estadual de ensino.

Em entrevista à TV Tribuna, afiliada da Rede Globo, a Secretária de Saúde de Itanhaém, Guacira Nóbrega Barbi, informou que seis casos da doença foram confirmados na Escola Municipal Silvia Regina Marasca Schiavon. As atividades foram suspensas nesta quinta-feira (19) e as aulas serão retomadas somente no próximo dia 26.

“A gente já identificou mais de dois casos com esse vínculo epidemiológico, ou seja, foram contaminadas dentro do mesmo ambiente e, portanto, definimos [a situação] como um surto. Com isso, estão suspensa as aulas para minimizar os risco de mais transmissões”, apontou Guacira. Depois, esse número saltou para seis.

A mesma medida foi tomada na Creche Municipal Profª Gioconda Fagá, que registrou dois infectados pela Covid-19. Neste caso, porém, as aulas foram interrompidas na quarta-feira (18) e serão retomadas no próximo dia 25.

Aulas são suspensas após casos de Covid-19 em Itanhaém — Foto: Reprodução/TV Tribuna

“A vigilância epidemiológica visitou a creche e identificou que havia um vínculo epidemiológico entre os casos. Dois educadores tinham sido contaminados dentro do ambiente escolar. Então, frente às normas da vigilância sanitária, optou-se por interditar a creche por sete dias para que não haja para os profissionais e outras crianças”, completou a secretária de Saúde.

A titular da pasta destaca, ainda, que, o fato de a creche trabalhar com crianças menores cinco anos, requer um cuidado maior. “Não são vacinadas e não fazem uso de máscara”.

Na Escola Estadual José Carlos Braga, três salas estão sem aulas após um professor ter sido detectado com covid.

Os casos nas unidades de ensino são monitorados pela Secretaria de Saúde, que reforça a importância da vacinação. Até o momento, 93% das crianças com idade entre 5 e 11 anos tomaram a primeira dose em Itanhaém, mas só 54% completaram a imunização com a segunda aplicação do imunizante.

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