Polícia Civil pede prisão preventiva de acusado de estuprar e agredir ex-namorada grávida no litoral de SP



Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o motivo é o descumprimento de uma medida protetiva. Conforme a vítima, só neste mês ele tentou invadir três vezes a casa dela, em Praia Grande, no litoral de SP. Grávida denuncia ex-namorado por estupro e lesão corporal e diz ‘temer pela vida’ após ser perseguida em Praia Grande, no litoral de SP.
Reprodução/ Arquivo pessoal
A Polícia Civil pediu a prisão preventiva do ex-namorado de uma mulher, de 22 anos, que está grávida de nove meses, e afirma ter sido estuprada e agredida pelo homem em Praia Grande, no litoral de São Paulo. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) confirmou ao g1, neste sábado (12), que o pedido foi feito em decorrência do descumprimento de uma medida protetiva.
Apesar disso, a mulher afirmou ainda estar com medo do ex-namorado. Ao longo deste ano, ela fez três boletins de ocorrência contra o homem, de 31 anos, por conta do estupro, agressões e ameaças.
Ao g1, a vítima informou que o ex tentou invadir a casa dela pela terceira vez este mês na última sexta-feira (11). Era por volta de 5h30, quando ele quebrou o portão dela ao dar marcha à ré com o carro. Como não conseguiu contato com a vítima foi embora. Um BO foi registrado.
No último dia 2, a mulher disse que ele conseguiu entrar na casa, a agrediu no rosto e levou o celular dela. Dias depois, reapareceu dizendo que devolveria o aparelho, mas, assim que ela abriu a porta, ele a bateu novamente. A jovem foi à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Praia Grande.
Relacionamento e estupro
Segundo a vítima, eles se conheceram em 2020 e moraram juntos por três meses. Após a primeira agressão, em janeiro de 2021, ela afirmou ter saído de casa e terminado o relacionamento.
Ainda em outubro do ano passado, mesmo com um inquérito policial em andamento, bem como uma medida protetiva vigente, o homem a ameaçou e a estuprou. Esse caso também foi registrado na DDM de Praia Grande em maio deste ano.
Em setembro de 2022, a vítima entrou com um novo pedido de medida protetiva contra ele. O juiz decidiu que a situação exigia caráter de urgência, mas as agressões continuam. A Polícia Civil esclarece que está em andamento um inquérito policial para apuração dos fatos.
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