Pelé: Em entrevista inédita, Rei afirmou que se sentia mais confiante com a camisa branca do Santos FC: ‘era mais bonito’; VÍDEO | Santos e Região

São vários importantes. É difícil falar de um, mas o que ganhamos contra o Benfica foi importantíssimo para mim. Foi minha melhor atuação. O estádio estava lotado. Outro jogo importantíssimo internacional foi quando ganhamos do Boca (Juniors), na Bombonera (em Buenos Aires). Até hoje é complicado. Foi a primeira vez que eu vi: o estádio parecia um túmulo quando fizemos o segundo gol e, quando acabou o jogo, estava um silêncio, o maior que eu vi. Lembro-me que, quando eu fiz o gol, eu comecei a pular. Geralmente, alguém batia palmas quando eu fazia gol em qualquer lugar, mas lá ninguém fez nada. Só os jogadores vinham pular em mim. Um silêncio. Falei: ‘Caramba, não tem nenhum torcedor do Santos aqui!’ (risos). Também foi importante quando paramos a guerra na África. E foi o Santos, não a Seleção Brasileira. E, por causa do Pelé, eles pararam a guerra, fomos, jogamos, saímos, infelizmente depois continuou.


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