Obras em píer e atracadouro destruídos por navio devem ser concluídas em dezembro em Guarujá | Santos e Região

O diretor-geral do Departamento Hidroviário, José Reis, fez uma vistoria onde as obras estão sendo executadas desde setembro. No total, três estruturas foram afetadas pelo navio, sendo elas: uma gaveta de atracação de veículos, uma balsa comprometida e o píer de acesso de pedestres e ciclistas à balsa. Em entrevista ao g1, ele disse que os reparos estão acontecendo conforme o planejado.

Píer ficou destruído em Guarujá, SP — Foto: Reprodução

Ele disse, ainda, que as obras são custeadas pela empresa armadora do navio que causou o acidente, não causando prejuízo aos cofres públicos. Como maneira de compensação à população pelos transtornos, a empresa reformará uma das embarcações que realizam a travessia. “Para o aumento dos turistas será feita a reforma da segunda maior embarcação da frota, que comporta 62 veículos”.

O cronograma de entrega das obras leva em consideração a temporada de verão, em que um aumento de viajantes é esperado na região. Atualmente, sete embarcações estão disponíveis para a realização da travessia entre as cidades. Segundo o diretor, se necessário, a partir de dezembro uma oitava embarcação será colocada em funcionamento. “Dependendo da demanda”, explica.

Plataforma de travessia ficou danificada em Guarujá, SP — Foto: Vanessa Medeiros/G1

O acidente aconteceu no terminal de travessia de balsas, em Guarujá, no dia 20 de junho. O navio Cap San Antonio estava carregado com contêineres no momento do acidente. A embarcação estava no Porto de Santos e tinha como destino o porto de Paranaguá (PR).

Vídeo mostra momento em que navio destrói píer de travessia de balsas

Vídeo mostra momento em que navio destrói píer de travessia de balsas

O navio atingiu uma gaveta de atracação de veículos, uma balsa e o píer de acesso de pedestres e ciclistas à balsa. A responsabilidade pela apuração do acidente está a cargo da Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos.

No entanto, especialistas ouvidos pelo g1 levantam a hipótese de que ventos fortes, combinados com rajadas de vento, podem ter sido a causa do acidente.

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