Menino com tumor raro passa 6 meses juntando moedas e se presenteia com computador | Santos e Região

“Primeiro, é preciso ver a região do tumor. Se há risco ou não de mexer. Segundo, que é o parâmetro principal, é se o lipoma estiver crescendo. Se sim, tem que retirar, porque um hora vai comprimir o cérebro a ponto de dar déficit motor, epilepsia, cefaleia e por aí vai. O parâmetro de retirada cirúrgica do lipoma é se ele estiver crescendo. Se ele estiver estacionado, então não se mexe”, explica Cabral.


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