Homem preso por matar a facadas vítima a quem negou sexo no litoral de SP revela crime de ‘extrema violência’ à polícia | Santos e Região

Yago Amâncio Da Costa, que confessou ter matado Celso Reis Santos Rocha, após ter negado manter relações sexuais com a vítima, revelou à Polícia Civil um crime de “crueldade” e “extrema violência”, segundo os agentes que colheram o depoimento após o cumprimento da prisão preventiva. O homicídio qualificado foi cometido na casa de Celso, em Praia Grande, no litoral de SP.

Aos policiais, Yago contou ter esfaqueado e tentado enforcar a vítima depois de ter aplicado uma série de pauladas nela. Celso foi encontrado morto no banheiro de casa, na Rua Caxambú, no Jardim Imperador, com traumatismo craniano e perfurações no corpo.

A vítima foi achada pelo irmão e por vizinhos em um ambiente, segundo inquérito, com sinais de luta e com sangue espalhado pelo corredor e banheiro.

O criminoso, de acordo com os agentes, descreveu toda a dinâmica do homicídio “detalhadamente” desde o momento em que Celso o teria convidado a ir para casa, até o momento em foi expulsou por ter se negado a manter relações sexuais. Nesse momento os dois começaram uma discussão, que evoluiu para agressão e homicídio.

A morte de Celso Reis Santos Rocha, que ocorreu em abril deste ano, em Praia Grande, no litoral de SP, foi considerada um homicídio qualificado e doloso, quando há intenção de matar. — Foto: Divulgação/ Polícia Civil

A Polícia investigou que a vítima era homossexual e que convidou o criminoso para casa. Celso, inclusive, chegou a tirar uma foto de Yago na praia. A imagem foi enviada a um primo que mora em outro estado. No registro, o suspeito aparece na faixa de areia em região próxima ao imóvel onde foi cometido o crime.

Através da fotografia os policiais identificaram o assassino, que havia deixado impressões digitais pela casa, como na embalagem de água sanitária usada para limpar as armas do crime. Depois de ter matado Celso, Yago ainda pegou uma bicicleta e R$ 120 da vítima.

Conforme o inquérito policial, Yago tem passagem pela polícia por outros crimes e, atualmente, estava em situação de rua. O caso foi registrado como homicídio qualificado e doloso [quando há intenção de matar].

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